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Attention

«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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31 Mar, 2021

Book Store #403

The Hating Game

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Autoria de Sally Thorne.

Após terminado a leitura do livro anterior fiquei um pouco sem saber o que ler, mas logo a seguir acabei logo por conseguir tomar uma decisão assim que falava com a Jules. Ela estava a ler o livro e acabámos por achar que seria engraçado lermos ao mesmo tempo o livro e irmos comentado o mesmo livro e ao mesmo tempo. Dessa forma, fiquei de a apanhar e acabámos por ler os restantes 12 capítulos que faltavam do livro em muito pouco tempo.

O livro é contado do ponto de vista de Lucy e é ela que nos consegue contar toda a história e vida profissional e pessoal ao longo de todo o livro. É através dela que nos é abordado e a confessar as diferenças que são possíveis entre o amor e o ódio e neste caso Lucy e o seu colega de trabalho, Joshua, odeiam-se. Lucy e Josh trabalham numa empresa de livros, que tinha juntado duas editoras numa apenas. Desta forma, Josh trabalha com o CEO principal daquela que acolheu a empresa de Lucy e ela trabalha com a CEO, Helene, em relação aos trabalhos da sua editora.

OS dois parecem ter sempre um jogo para tudo, começando imediatamente com o jogo do olhar, que não podes em circunstância piscar os olhos, ou o jogo até do espelho em que os dois imitam todos os movimentos. Lucy sabia que o irritava quando metia o batom vermelho ou quando estava constantemente a provocá-lo. Josh estava constantemente calado e raramente lhe respondia de forma simples ou neutra e quando as coisas escalavam ambos adoravam meter os Recursos Humanos ao barulho (Lucy tinha uma lista no computador, protegido como várias palavras-passe que eram todas variantes do ódio por Joh, com vários motivos para que houvesse mais queixas para os Recursos Humanos e que podiam levar ao despedimento). Lucy tinha dois avisos, Josh um naquele momento da história. Para além disso, Lucy tinha decorado por completo o padrão das cores das camisas de Josh e a que dia da semana ele iria trazer a t-shirt com a cor azul que ela tanto adorava. 

Tudo escala exatamente quando se abre uma porta para uma nova promoção e os dois estavam prontos na linha da frente para poderem ter a oportunidade de melhorar dentro da empresa e de chegarem mais longe. Lucy mal podia esperar para conseguir realmente dizer que era chefe de Josh e que naqueles momentos lhe iria saber demasiado bem conseguir mandar no homem que lhe fazia a vida negra todos os dias da semana. Lucy sempre quis tê-lo como amigo, desde o primeiro dia de trabalho em que ela teve de migrar para a empresa nova. O sorriso de boas vindas e de que se queria dar bem com ela parecia que não tinha funcionado lá muito bem e parecia que apenas tinha piorado logo de antemão a relação deles os dois.

Com aquela promoção, ela sabia que se perdesse ela não iria conseguir ficar a trabalhar com Josh sendo ele seu chefe. Sempre tinha sido o seu sonho trabalhar numa editora e para ela ter de trabalhar para Josh durante o seu sonho seria, para ela o inferno. No entanto, as coisas acabam por mudar em dois grandes momentos da história: a organização do paintball para que a empresa não fossem duas empresas a trabalhar numa e claro o primeiro beijo partilhado por eles. 

A verdade que afinal poderia haver algo mais do que ódio e Lucy não era nada indiferente a Josh e das melhores coisas foi claramente a tentativa de encontro com Danny, um ex-funcionário da empresa, que tinha ido trabalhar para outro local - até porque com ele fora da empresa não havia mal nenhum e não quebrava a lei de não haver qualquer tipo de relação amorosa no trabalho. Sempre quis ser amiga dele e aos poucos o próprio Josh começa a entrar e tudo nos seus sonhos e até na forma como ela acaba por pensar e trabalhar, querendo sempre saber o que se passa na mente dele. O trabalho em equipa e até mesmo o primeiro beijo mudou tudo. De repente, os dois são uma muralha comum em que Lucy se abre para ele e Josh se abre para ela poder saber os segredos. De repente, Lucy sabe do amor de Josh por morangos e ele sabe o quanto ela gosta que ele a chama de Shortcake e de como ela adora Smurfs. De repente, sabemos que Josh é tímido e é que por causa disso que se mantém tão fechado em si próprio e não por ser antipático. Eles estão completamente em sintonia ao ponto de ele próprio já saber as emoções da própria Lucy.

Lucy tem uma tendência para começar logo a passar-se e deixar que as suas emoções acabem por dominar bastante as suas ansiedades e Josh é realmente a pessoa que consegue entender logo que ela claramente se está a passar. Ela tem uma tendência para pensar muito nas coisas como por exemplo só a forma o que podia significar entrar no carro dele ou até mesmo ir a casa dele e isso tudo mexe realmente muito com ela e aos poucos já apenas conseguimos rir porque sabemos que ela, a qualquer momento, vai claramente ter um momento de ansiedade e de overthinking things

Estou mais que satisfeita com este livro. Gostei imenso dele, mas confesso que não lhe dei cinco estrelas. Não dei especialmente por um único motivo: gostava que houvesse um epílogo alguma coisa assim parecida que acabasse por ver o Josh mesmo na quinta dos morangos que a família de Lucy por acaso tem e que ele claramente sempre quis ir. Gostava que pudesse ver isso. Gostava mesmo. Gostava porque vemos Lucy com a família de Josh e a forma como ela conseguiu dar logo uma boa impressão e de se manter completamente fiel a Josh, não apenas porque gostava dele, mas sim porque eram amigos e ele realmente merecia respeito e muito mais.

O Josh foi sem dúvida das personagens que eu mais gostei e que eu senti que eu própria já não sabia como lidar com os meus próprios sentimentos. Era tímido, mas a forma como ele era acabava sempre por me dar realmente vibes de crush porque apesar de ser assim meio arrogante face à sua timidez, ele acabava sempre por ser terno e preocupar-se sempre com Lucy e de como ela estava, mesmo que nem se falassem. Pronto, é um facto... tenho uma grande crush por ele e ele está claramente na minha lista de namorados fictícios. 

Gostei imenso do livro e especialmente porque a leitura até foi feita de uma forma diferente e inovadora de ler em conjunto com a Jules e de ir comentando com ela tudo ao mesmo tempo e dito em tempo real de forma a comentarmos as coisas com muito mais pormenor e de reagirmos até às mesmas coisas ao mesmo tempo, ahah. Foi uma experiência muito gira e que também fez com que eu gostasse ainda mais do próprio livro. 

Entretanto, o livro vai ter a oportunidade de ser adaptado para filme, cujos protagonistas vão ser interpretados por Lucy HaleAustin Stowell. O filme já terminou de ser gravado e encontra-se em pós-produção!

(Imagem retirada da amazon)

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