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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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31 Dez, 2019

Best of ... #16

O melhor de 2019 - O GERAL.

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Bolas, o ano está a terminar. Não. A década está a terminar.

Há dias coloquei-me a ver uns quantos posts que eu tinha colocado logo no início e uns quantos posts de quando entrei na faculdade e este ano, bolas, como foi o ano em que estive mais desaparecida.

Voltei a sentir aquele bichinho de vir cá todos os dias, ainda tento estar totalmente atualizada no que toca às leituras, mas essa parte continua a ser muito difícil. No entanto, cada vez mais me sinto em casa quando estou neste cantinho. Afinal, desde 2012 que me sinto em casa aqui.

Quero fazer um apanhado do ano, especialmente em geral, porque ao longo do ano foi marcando aqui aquilo que me deixou mesmo contente e feliz por ter conseguido aproveitar ao longo deste ano.

Desde sempre fui aquela pessoa que acha que consegue mesmo ter uma lista com tudo o que queria fazer naquele ano, mas acabo sempre por perder ou então acabo por me fartar de estar a cumprir e verificar se a estou a fazer. Assim sendo, já nem me lembro das metas que tinha estipulado para mim na altura do início do ano.

2019 trouxe-me várias coisas boas, coisas que não que não me quero lembrar e amizades que sei que vão durar para sempre.

Terminei o curso. 2019 foi o ano que me fez dizer um até sempre à Faculdade de Letras com o fim da minha licenciatura. Disse adeus ao seminário e a grandes professores que foram sem dúvida grandes professores e que serão sempre aqueles que guardarei no coração. Afinal aqueles três anos deixaram mesmo marcas e sinto mesmo que aquela era mesmo a minha segunda casa. 2019 foi o ano de começar uma nova etapa. De repente, estou a subir os degraus para ter mais uma formação académica. De repente, estou a caminhar para mestre e já consegui ultrapassar um semestre. Já só faltam 3. Como assim?

Este ano fiz os meus 21 anos e ainda nem acredito seriamente que sou aquela pessoa totalmente legal para responder pela justiça em qualquer local do mundo, de repente, já posso beber nos Estados Unidos e já posso conduzir carros manuais por lá (mas que chique). De repente, sou mesmo considerada adulta.

Arranjei o meu primeiro trabalho e não foi totalmente na minha área, mas arranjei o meu primeiro trabalho e consegui o meu primeiro ordenado por todo o meu esforço. 

Enquanto isso, voltei a arranjar um novo trabalho que não correu bem, quase que entrei numa depressão séria após três semanas lá e tive de sair quando estava naquele limiar entre tomar ou não tomar antidepressivos para conseguir aguentar. Quando dizem que trabalhar e estudar é complicado, aquilo que se estava a passar não era nada em relação a isso. Garanto-vos que sabia como lidar com a pressão de ter as duas coisas. Eu sabia que sim.

2019 deu-me a oportunidade de conhecer mais um festival de música: Super Bock Super Rock. Deu-me a oportunidade de ouvir ao vivo, pela primeira vez a Lana Del Rey e não podia estar mais contente por isso. Foi sem dúvida algo que eu não sonhava que iria acontecer e aconteceu e socorro. Que sonho. No entanto, o festival em si foi um tanto uma grande desilusão, por assim dizer.

Este ano deu-me a oportunidade de reavivar amizades que tinha perdido da pior maneira especialmente porque a coisa apenas terminou de forma abrupta e consegui recuperar foi realmente o mais revigorante, mas o coração foi quem realmente teve força. Força para voltar a confiar e conseguir construir uma nova amizade com base naquilo que tinha sido destruído. Espero que desta vez seja mesmo para durar e que nada aconteça.

Fui a Coimbra após anos e tive a oportunidade de conhecer a biblioteca Joaninina, uma das bibliotecas mais bonitas do mundo e que realmente inspirou a biblioteca do filme da Bela e o Monstro. Posso jurar que não chorei apenas porque estava com uma data de turistas ao lado, porque teria chorado mesmo.

Fui pela primeira vez à Comic Con Portugal e tive a oportunidade de conhecer a Millie Bobby Brown, a atriz que faz de Eleven na série Netflix Stranger Things isto para não falar de ela ter gostado do corte de cabelo que eu tenho desde os doze anos.

Ganhei um passatempo e fui ver um dia antes a exposição do Harry Potter que se encontra no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações em Lisboa.

Tenho novas amizades. 

Este ano trouxe-me coisas mesmo boas.  O Peter Parker voltou e pode reencontrar-se com o Tony Stark uma última vez, o Thanos foi derrotado. O Hardin e a Tessa tiveram o seu próprio filme, a Alaska teve uma série sobre a sua história que mostra realmente algo real e corente com o livro. O Harry Styles publicou o seu segundo álbum e vai começar a sua tour neste ano que vem e eu vou poder ir vê-lo. 

Experimentei algumas diversões de uma feira que me fizeram realmente arrepender de ter tido essa ideia. As coisas foram mesmo boas este ano, mesmo boas mesmo. Quero que o ano termine da melhor forma e espero poder aproveitar a próxima década da mesma forma como aproveitei esta.

A verdade é que muita coisa mudou ao longo desta década. De repente deixei de estar no sexto ano e passei a estar no primeiro ano de mestrado. De repente, não tenho 11 anos e sim 21 anos. Já me apaixonei, já me desapaixonei. Já li livros, já chorei com livros e já ri com livros. Comecei a ver mais animes do que apenas a dita Sailor Moon. Acabei por começar a estudar mais do que aquilo que se fazia de véspera. 

Sinto-me bastante assustada com a ideia de ser adulta, porque são apenas 21 anos de idade. No entanto, quero mundo aventurar-me naquilo que ainda tenho por descobrir. Melhor ainda, vocês também estarão por aqui para ver.

Cá te espero, 2020!

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