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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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17
Fev18

Book Store #313

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O Baile dos Deuses

O Baile dos Deuses.jpg

Autoria de Nora Roberts.

Normalmente quando começo uma trilogia tendo sempre a ler os livros de seguida, quando são uma saga acabo por ler mais espaçados ou então acabo por esperar que esteja de férias para ler de uma vez só. Ou então, não quero saber minimamente dos fatores que normalmente uso e simplesmente leio.

No entanto, este livro acaba por se encaixar totalmente nas regras. O Baile dos Deuses é o segundo livro da trilogia do círculo. No primeiro livro, obtivemos uma apresentação do que iria acontecer nos próximos dois livros entre os seus amigos e os criadores do primeiro círculo e a grande vampira Lilith que tencionava derrotar os humanos e conseguir desta forma começar o Apocalipse vampírico e conseguir desta forma dominar o mundo.

Ao longo do primeiro livro li a criação de apenas um único círculo entre eles os seis: Hoyt o feiticeiro, Glenna a bruxa, Larkin o metafomorfo, Blair a guerreira, Moira a erudita e Cian o vampiro que está a favor da causa. Mas ao longo do primeiro, vemos a construção de um segundo círculo apenas entre duas pessoas, Hoyt e Glenna e a forma como os dois conseguem realmente ser mais fortes quando trabalham juntos e a magia deles realmente é maior quando os dois se tornam num.

Neste livro a continuação dos preparativos para a grande batalha continuam, as coisas estão ligeiramente mais complicadas especialmente porque continuam a tentar imediatamente terminar com alguns soldados dos seus exércitos e entender também como é que Lilith consegue ter quase tanta magia como eles os seis. Larkin o metamorfo tem um grande papel a tentar desvendar isso mesmo, especialmente porque consegue infiltrar-se e descobrir alguma das suas técnicas para descobrir muitas coisas que eles acabam a usar a seu favor.

Blair a guerreira durante toda a sua vida passou o tempo a treinar e a caçar vampiros o tempo todo, Blair aprendeu a controlar-se ao lado de Cian, especialmente com ele do seu lado e isso ela sabia que a distinguia de todos caçadores de vampiros ao longo do tempo, nenhum caçador de vampiros deixaria um deles vivo apenas para conseguir salvar a humanidade. Os caçadores tinham apenas um propósito acabar com aquela raça. Blair por outro lado ficou completamente encarregue de tudo o que acontecia de dia e uma das coisas eram os planos de ataque entre as duas frentes e claro os treinos que tinham de ser feitos aos outros quatro que faziam parte do círculo, apenas ela e Cian sabiam realmente como um vampiro se comportava e pensava.

Larkin e Blair começam a criar um círculo apenas entre os dois ao fim de algum tempo quando começam finalmente a partilhar memórias bastante importantes para eles, como por exemplo a forma como o progenitor de Blair acabava por a tratar ao ponto de quando ela atingira a maioridade ir embora sem nunca olhar para trás.

Este novo círculo criado acabava por deixar alguma das perguntas em aberto entre a ligação criada. Blair era de Chicago, mas Larkin era de uma outra dimensão chamada Geall. No final daquilo tudo, eles não poderiam ficar juntos, ela tinha a sua vida e claramente que era necessário continuar a caçar os vampiros e ele como primo da princesa tinha de continuar em Geall para conseguir ajudá-la em qualquer coisa e depois do treino e da luta, seria um dos homens de combate para conseguir a manter o reino em segurança.

As coisas neste segundo livro avançam mais do que no primeiro livro, já sabemos a história de todos os personagens e já as conhecemos e portanto Nora Roberts não tem de nos estar a apresentar personagens novas entre vários pontos do livro como aconteceu do primeiro porque o círculo estava completo e sabíamos de facto quem era os maus dali e não havia como negar quem iria estar na linha da frente.

Blair é uma grande guerreira e gostei bastante do seu espírito especialmente porque demonstra ser uma mulher forte e independente e cheia de gíria do século XXI o que faz com que nos relacionemos mais e tudo com a personagem principal do livro. Larkin em todo o seu livro torna-se um grande lutador, mas não deixa de transparecer uma das suas maiores qualidades: consegue sempre encantar uma mulher com as suas qualidades de galã. As coisas tornam-se bastante interessantes para eles os dois quando ambos se entendem e especialmente através do nível de conhecimento que ele pretende ter do século XXI da terra, porque em Geall - na sua terra -, as coisas parecem-se como o nosso século XVII.

O livro ficou realmente muito bem arranjado e até gostei de como começou de forma a ligar-se ao primeiro livro, acho que foi uma boa forma de fazer e Nora Roberts conseguia manter em segredo quem é que era o grande narrador misterioso, que contava a história a várias crianças que se sentavam no chão para a ouvir as aventuras daqueles seis guerreiros.

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