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Attention

«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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17
Abr18

Book Store #322

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Beijo Gelado

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Autoria de Richelle Mead.

Depois de ter lido o primeiro livro, quis logo pegar no segundo livro. Especialmente para ver como os meus personagens favoritos acabariam por se desenvolver nesta história, na qual consta um grande massacre aos Morois e especialmente uma grande perda de guardiões Dhampirs.

Como foi visto no primeiro livro, Rose faz de tudo para manter Lissa, a sua Moroi, protegida. Agora que a sua melhor amiga está mais controlada e mais feliz, depois de lhe terem administrado alguma medicação para ela conseguir viver melhor na sua vida, sem poder usar a sua magia curativa, nem nada do género, Rose acaba por se sentir mais descansada em relação ao lado negro da amiga. No entanto, Lissa tem as suas emoções cada vez mais fortes especialmente com o seu namoro com Christian Ozera, o que a deixa ainda mais feliz e com as hormonas todas aos saltos. Rose acaba não conseguir controlar a ligação que as duas têm, por ela ter sido beijadas pelas sombras num acidente de carro que ambas tiveram com a família de Lissa e que acabou por levar à morte da família de Lissa; a única coisa foi que Rose também tinha morrido, mas a sua melhor amiga com os seus poderes curativos, trouxe-a de volta, sendo dessa forma possível terem uma ligação.

Continuando, Rose não consegue controlar a ligação que elas têm, especialmente em momentos mais íntimos com Christian, na qual Lissa tem as suas emoções ao rubro e Rose acaba por ter se tornar ainda mais forte mentalmente para conseguir estar longe dos pensamentos de Lissa para não estar com ela nesses exatos momentos, que deviam ser exclusivamente deles os dois.

Sobre Rose e Dimitri, os dois continuam profundamente apaixonados um pelo outro e nota-se isso à distância, no entanto as coisas continuam a ser as mesmas: Rose e Dimitri não podem ficar juntos quando ambos protegem a mesma Moroi e mesmo assim eles continuam a ser Dhampirs guardiões, quando trabalhassem juntos, ambos acabariam a proteger-se um ao outro e não estariam a proteger os Morois, que continua a ser a prioridade de todos.

Como disse no início do post, há um grande massacre em casas de Morois e que não só os mata como acaba por matar os próprios Dhampirs guardiões. A coisa não está nada famosa e ainda para mais quando se descobriu que era obra dos Stregois, mas não apenas deles: pelos vistos os seres irracionais, não eram assim tão irracionais. Eles estavam a trabalhar com humanos de forma a poderem quebrar com as wards, que são as proteções mágicas, quase como um campo de forças que os impede de chegar aos sítios dos Moroi, no entanto elas podem acabar por ser destruídas tanto por Dhampirs e Moroi, mas sobretudo por humanos. 

Com as mortes a aumentar e com os Stregoi ainda mais organizados entre eles, todos decidem levar os alunos da Academia de St. Vladimir mais os respetivos guardiões que guardam a escola e mais alguns que foram recrutados para irem para uma estância de esqui. Assim dessa forma, eles continuariam a estar mais seguros que na Academia naquele mesmo momento, especialmente com a segurança ainda mais apertada.

Com a segurança mais apertada, Rose não tinha assim tanto tempo para conseguir estar com Dimitri sem ser quando estavam na zona de professor e aluna, mas acabavam sempre por se encontrar e de certa forma, entre meias palavras acabam sempre por conseguir dar uma grande volta à coisa.

As coisas parecem fáceis, no entanto, com o romance proibido, Rose não conta a ninguém nem menos a Lissa sobre o seu caso com Dimitri e acaba por ser levada a quase entrar num namorado de fachada com Mason, um Dhampir que é um dos seus melhores amigos, para poder finalmente ver a sua melhor amiga feliz, especialmente porque Lissa sentia-se triste de não a ver mais vezes especialmente porque estava mais tempo com Christian. Mason quase que foi escolhido porque ele próprio estava totalmente apaixonado pela Rose.

Mas não se podem esquecer dos massacres aos Morois e aos Dhampirs que se tem vindo a ver ao longo dos tempos e os guardiões estão cada vez mais preocupados com a situação.

O livro é uma grande tensão por causa da situação em que eles se encontram, no entanto a forma como o livro está escrito, continua a ser na primeira pessoa, acaba por nos ajudar bastante a relaxar em situações de verdadeira tensão como é o massacre, o facto de Lissa ter saudades de usar a sua magia, o Mason e o romance entre Rose e Dimitri.

Não são todos os livros que se pode ver que por acaso acabem por ter um bom seguimento dos outros especialmente com as mesmas personagens, normalmente perde-se muito. Lembro-me de ler outros livros que a coisa acabou por se estragar um bocado quando li o segundo e os seguintes livros. No entanto, neste não vemos isso. A evolução dos personagens é impressionante, especialmente de Rose que desde que conheceu Dimitri acabou por se controlar ainda mais do que diz, mesmo que continue a ser a mesma bruta de sempre.

No livro também acaba por nos trazer surpresas como por exemplo a relação que Rose tem com a sua mãe, finalmente temos um contacto com a mãe de Rose e vemos como a relação delas está e grande ponto também vemos que Rose sofre bastante por não ver assim uma grande importância pelo seu bem-estar pela parte da mãe. 

Richelle Mead deixou-me completamente deslumbrada com o segundo livro e eu só espero mesmo que os próximos consigam ser assim tão bons.

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