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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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18
Abr18

Book Store #323

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O Beijo das Sombras

O Beijo das sombras.jpg

Autoria de Richelle Mead.

Porque não ler logo de seguida os três primeiros livros de uma saga? Assim apenas me faltam 3 livros para terminar a saga, é sempre a pensar no positivo. E neste caso, eu pensei realmente no positivo da questão. 

Basicamente quando chegamos ao terceiro livro nós já não temos quase surpresas em relação a personagens novas e muito menos em questão de não sabermos que tipo de pessoas são aquelas que estão em volta do mundo que Rose e Lissa estão.

Seis meses se passaram desde que elas finalmente voltaram para a Academia de St. Vladimir. Seis meses e tanta coisa tinha acontecido às duas: Lissa tinha-se apaixonado por um Moroi cujos pais se tinham transformado voluntariamente em Stregois; Rose apaixonou-se por Dimitri um Dhampir guardião mais velho que ela e que era o seu professor e mentor; Lissa tinha sido sequestrada por um dos principes que tinha descoberto dos seus poderes; Mason tinha morrido depois de ter ido à procura de Stregois para poder mostrar claramente que era um Dhampir competente; Rose tinha morto dois Strogois a proteger os seus amigos, mesmo que tenha acabado por perder Mason

Rose neste livro não anda totalmente bem, pensa que está maluca porque vê o espirito de Mason a vaguear a Academia de St. Vladimir, coisa que não pode simplesmente acontecer especialmente porque com as wards em volta da escola seria impossível para seres que não fossem Morois e Dhampirs entrarem dentro do recinto escolar. Especialmente porque a Academia era exatamente um dos sítios mais seguros do mundo Moroi e portanto Rose entendeu claramente que estava a adoidecer.

Estava a meses de se graduar finalmente e poder ser a guardiã oficial de Lissa, mas ela, antes disso, tinha de passar no treino de campo que consiste tecnicamente em: todos os Dhampirs têm os seus protegidos, que lhes são dados pelos guardiões já formados e eles têm de passar seis semanas a cuidar dos Morois durante seis dias durante vinte e quatro horas, porque de certa forma os guardiões já formados vão andar atrás dos Dhampirs que estão a treinar para serem verdadeiros guardiões e acabam por fingir que atacam como Stregois para ajudarem os próprios adolescentes.

Rose pensava realmente que iria acabar por fazer o seu exercício com Lissa, que será a sua protegida quando as suas se graduarem, mas no final de contas as coisas não são bem assim. Graças à ligação que as duas partilham sempre será fácil para Rose saber onde Lissa está e se ela está em perigo ou não, no entanto, ela não sabe lidar com Morois que estejam realmente em perigo e que ela não tenha qualquer ligação para saber como eles estão. Deste modo, os guardiões acabaram por dar a Rose um Moroi totalmente diferente, o namorado da sua melhor amiga, Christian Ozera. O pior de tudo? Rose não gostava de Christian.

As coisas pareciam estar bem porque ela própria queria mostrar que era capaz de tal, especialmente porque ela queria mostrar a si própria que ela já tinha ultrapassado o trauma que tinha sofrido depois de tudo o que tinha acontecido quando ela tinha perdido Mason e tinha morto aqueles Stregois para proteger dois Morois e dois Dhampirs, seus amigos.

Acho que o livro continua a ser bom ao ponto de eu continuar surpreendida por eles continuarem tão mostrar-me a mudança dos personagens e das suas próprias evoluções. Normalmente a partir do terceiro começo a perder a pica do livro, mas neste confesso que apenas fiquei ainda mais entusiasmada.

Christian e Lissa continuam super apaixonados, mas Adrian, o sobrinho-neto da Rainha, que apareceu no segundo livro, acaba por atiçar um pouco o romance dos dois porque Andrian e Lissa partilham o quinto elemento que quase niguém o tem e desse modo Christian sente que pode estar a perder Lissa de certa forma e assim ele quer apenas que a sua namorada parte de ficar tanto tempo com ele. Mesmo que seja de conhecimento geral que Adrian está a fazer de tudo para ficar com Rose.

Eu acho que o Adrian acabou por ser um personagem que acabou por tornar a história ainda mais relaxada, acabou mostrar aos próprios leitores duas vertentes que a própria magia que Lissa e Adrian têm e isso acaba por nos dar mais formas de entendermos como ele funciona, porque se fosse apenas a Lissa a coisa acabava por ser muito estranha especialmente porque o outro que tinhamos conhecimento antes de conhecermos Adrian tinha sido exatamente St. Vladimir que já estava totalmente morto.

Entretanto com as descobertas sobre o elemento de Rose, eu acho que isso acabou por deixar ainda mais intrigados no ponto de ficarmos a perguntarmo-nos se a vida de Lissa é realmente mais importante que a de Rose, por ela ser uma Moroi e a Rose ser apenas uma Dhampir. Ainda por cima por causa da ligação delas. Ao longo do livro vemos uma mudança de humor da Lissa e entendemos finalmente o porquê de ela andar rapidamente a sentir-se mais calma, toda aquela raiva vai sendo calanizada em Rose, especialmente porque elas partilham aquela ligação. Eu acho que a ligação tem lados bons especialmente para Rose ajudar Lissa quando estão fora da Academia de certa forma acaba sempre por ajudar com a ligação para entender se ela está mesmo em perigo ou não. No entanto, a questão maligna que está a ser canalizada para Rose acaba por ser muito mau e acho que a autora quis exatamente fumentar este ponto nas nossas cabeças ao longo dos três livros, porque ao longo dos livros vemos Lissa a sentir-se ainda mais estavel e Rose a sentir-se menos estavel em tudo o que faz, tanto em campo como nos seus sentimentos por Dimitri.

É também neste livro que vemos uma mudança dos sentimentos de Rose e de Dimitri. Ao longo do tempo vemos que o que eles sentem é muito mais intenso e muito mais sério do que era no início do primerio livro. As coisas estão muito mais intensas e verdadeiras entre eles os dois. Rose sente-se muito mais à vontade com Dimitri e para mim ele acaba por parecer ainda mais apaixonado por ela ao ponto de já não conseguir esconder o quão apaixonado está por ela. Acho que Richelle Mead quis mesmo mostrar essa parte da história que acabou por ficar ainda melhor por eles estarem a evoluir ao longo de três livros, ou seja, seis meses. Assim acaba por ser ainda melhor e não se percipita assim tanto a história de amor.

As coisas estão muito melhores e no final de tudo acho que a autora melhora ao longo dos livros e dá sempre aquele bichinho de querer ler mais ao longo das páginas. Estou a adorar a saga, e mal posso esperar para ler os três últimos livros.

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