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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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22
Jun18

Book Store #326

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Harry Potter e os Talismãs da Morte

Harry Potter e os Talismãs da Morte.jpg

Autoria de J.K.Rowling.

Há já algum tempo que tentei fazer este post, mas parecia quase impossível porque fiquei realmente numa ressaca literária durante algum tempo, que acabei por apenas vir aqui publicar outros posts que não tinham nada a ver com este filme. 

Depois da feira do livro e como a mana mais velha tinha comprado o último livro do Harry Potter, decidi que iria começar o meu coma literário com o livro. Sabia que estava mortinha para ler com é que realmente tinham sido os acontecimentos. Tentava ao máximo ver se realmente os dois últimos filmes tinham sido diferentes.

No entanto, por muito que a curiosidade fosse muita, coloquei de lado os meus pensamentos sobre os filmes porque sabia que isso poderia realmente influenciar a minha leitura na sua totalidade. Assim sendo, acabei por me dedicar exclusivamente ao livro e tentei ao máximo apenas pensar nos filmes no final do mesmo.

Os pontos principais do livro acho que posso começar de um em especial: a amizade dos personagens. Confesso que é daquelas coisas que a Rowling conseguiu fazer crescer ao longo dos livros e manter sempre em primeiro lugar ao longo dos livros, independentemente das relações que o trio de ouro pudesse ter, como por exemplo a coisa realmente poderia ter descambado depois de a Ginny e do Harry terem realmente mostrado o quanto gostavam um do outro ou então quando o Harry entendeu que o Ron e a Hermione gostavam um do outro e tudo. Realmente isso não aconteceu e  gostei de ver a amizade que se alastrou tanto ao ponto de o Neville continuar sempre fiel aos seus amigos ao ponto de saber que o Harry iria voltar e que realmente os iria salvar daquilo tudo o que estava a acontecer de forma até que continuavam a mostrar esperanças. 

Gostei bastante disso, confesso. Continuando acho que o ponto da amizade é realmente importante em todo o livro, não só entre o trio como nos restantes personagens porque realmente gostei de ver como a amizade do Lupin com o Harry ao ponto de o mais novo conseguir impor a sua opinião com base em tudo o que o Lupin estava a fazer por medo e tudo que remete ao mesmo medo de sempre: ao facto de ele ser um lobisomem.

Acho que Rowling trabalha de uma forma fantástica ao ponto de ela ter conseguido continuar a falar de personagens que realmente tiveram a sua importância e mostra que eles ainda estão presentes na história e que de certa forma continuam a ter importância: como por exemplo, o Viktor Krum, que realmente para mim quando o vi a entrar no casamento do Bill e da Fleour e acabou mais tarde a falar com o Harry, logo depois do Ron ter saído para a pista de dança com a Hermione foi realmente qualquer coisa, gostei bastante do flashback que a sua personagem me deu ao recordar realmente como tinham sido as coisas no Torneio dos Três Feiticeiros (que afinal foram quatro) e que graças a isso as emoções do Ron e da Hermione bem que ficaram ligeiramente mais visiveis.

Continuando, uma das coisas que mais me irritou no livro e confesso que a culpa não é da J.K.Rowling, mas sobretudo minha, foi realmente a parva da Rita Skeeter. Essa sim, independentemente da idade de das vezes que ela me aparecer à frente vou sempre continuar a ter um pó à miúda, especialmente depois do livro que ela tinha escrito sobre o próprio Dumbledore e achei bastante bonito da parte do Harry ter conseguido afastar-se de todas as opiniões das outras pessoas em relação do Dumbledore e ficar ele com as que ele próprio tinha, mantendo a imagem que tinha do seu professor de uma forma integra e pessoal. Achei realmente bonito.

Não queria falar da Umbrigde, mas se falo da Skeeter, obviamente que eu teria de falar desta tida cuja que é das piores personagens de sempre. Não consigo lidar com ela e para mim é muito complicado não gostar de personagens más, porque eu gosto bastante delas. Confesso mesmo que eu gosto mesmo muito dos maus, like... eu gosto mesmo muito do Voldemort. E por falar nela, também queria referir uma coisa bastante interessante e que Rowling foi fantástica em ter colocado esse momento no livro. Quando o trio estava no ministério e acabou por dar de caras com a Umbridge adorei todos os pontos princiais que acabavam por falar de quando Harry fechava a mão num punho ainda se conseguia ler as palavras que foram feitas na sua pele durante o seu quinto ano em Hogwarts.

Acho que foi realmente um dos pontos que eu mais gostei do livro, o facto de Rowling conseguir fazer tão bem os tantos flashbacks que acabamos por ter na nossa cabeça ao longo dos livros. Porque na realidade acaba por ser tudo de um outro nível completamente diferente e fantástico e faz-nos recordar quase tudo o que aconteceu ao longo dos outros seis livros, fazendo-nos permanecer juntos ao até ao fim na história

A parte mais nostálgica a meu ver foi realmente o último capítulo e especialmente quando ele está a ir para a Floresta Proibida. A cena da Floresta Proibida, quando ele passa pelos amigos tapado pelo mando da invisibilidade e acaba quase por parar quando repara na Ginny e quando se vê ela a olhar para todos os lados, deixa-me bastante nostálgica porque para mim é quase mesmo como se ela o tivesse pressentido naquele preciso momento. Depois disso, acho que foi ainda pior quando o Harry pega no talismã da morte e acabam por aparecer os seus verdadeiros familiares e acaba por falar com Remus, com Sirius, com o seu pai e com a sua mãe. É bastante nostálgico e especialmente porque ele realmente está a falar com os pais e até ao último momento do confronto com o Voldemort, ele está ali mesmo com os pais. É realmente nostálgico e bastante poderoso esse momento.

O último capítulo acaba por ser um dos pontos mais importantes e nostálgicos para mim face a tudo o que aconteceu. De repente, eles estão casados, Harry finalmente está com a Ginny e o Ron está finalmente com a Hermione. Eles estão casados, têm os seus próprios filhos e eles estão finalmente a irem para Hogwarts. É uma grande nostalgia, de repente vê-se que são os filhos que vão nas aventuras, que vão estar a fazer amizades, que vão conhecer a pessoa com quem vão passar o resto da vida, tal como aconteceu a eles os quatro. É tão nostálgico e ainda é mais nostálgico enquanto ouvimos os pais a falarem como sempre falaram durante a sua adolescência. Ron a falar com a filha a pedir que ela seja mais esperta que o próprio filho do Malfoy, Ron a confirmar que tinha usado um pouco de magia para poder passar no exame de condução Muggle, falarem de que o professor de Herbologia é o Neville... isso tudo deixou-me realmente no caco. 

Acho que foi realmente uma bonita forma de terminar o livro, muito melhor do que fazer uma cena de formatura, acho que ficou ainda mais sentido especialmente porque mostra realmente o quanto o Harry cresceu ao ponto de já não fazer mal nenhum em estar-se nos Slytherin ou nos Gryffindor.

Surpreendentemente uma das mudanças entre a relação da Ginny e do Harry entre o filme e os livros é que na realidade eles beijam-se mais e estão realmente ali prontos para tudo e rapidamente tentam estar juntos no filme. No entanto, no livro as coisas são ainda mais vivas. Parte-me sempre o coração ao lembrar-me do próprio Harry na tenta a mexer no mapa do salteador apenas para ver o nome da Ginny dentro do dormitório das raparigas, por causa das saudades que ele sentia dela e que daquela forma... ele continuaria a saber se realmente ela estaria bem.

Eu adorei realmente o livro foi emotivo e sinto-me bastante triste por ter terminado a saga. Há outras coisas, mas nada se compara à primeira vez que se lê os livros infelizmente. E eu... estou bastante triste por ter terminado tudo. Guardarei a minha varinha, mas ela mostrará luz a quem mais precisar

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