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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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26
Jun18

Book Store #327

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A Felicidade Nunca vem só

A Felicidade nunca vem só.jpg

Autoria de Nora Roberts.

Desde que acabei o Harry Potter que decidi que queria ler uma coisa mais light e acabei por pegar num livro da Nora Roberts. No entanto, fui tão simpática comigo própria que peguei logo num livro cuja ação reverte-se inteiramente para a fuga dos dois protagonistas em relação a uma pessoa bastante perigosa que busca a mesma coisa que eles: um grande tesouro que até então se pensava que estava perdido.

Whitney tinha uma vida demasiado monótona enquanto decoradora de interiores, a única coisa na sua vida que realmente lhe dava algum prazer era a sua paixão por tudo o que era relacionado com França, ela simplesmente amava tudo o que era relacionado com o França, especialmente quando algo relacionado com a sua história. Whitney vê-se embrenhada numa grande história quando um homem misterioso entra no seu carro assim de repente e lhe pede simplesmente para arrancar.

Doug é, para todos os efeitos, um ladrão e bastante competente no que faz, mas depois de tudo o que tinha acontecido para conseguir ter os documentos que lhe iriam dar até ao tesouro que o seu chefe queria e sabendo o que o seu chefe iria fazer acabou simplesmente por ignorar aquela ideia e acabou por se confinar apenas a conseguir ele próprio o tesouro para si, mas essa quebra de confiança entre ele e o chefe resultou que a sua cabeça acabasse por ser um grande prémio em conjunto com o tesouro.

Doug não tinha dinheiro e Whitney viu-se dentro da história apenas por o ter deixado entrar no seu carro e depois de o ter deixado estragar basicamente o capô do seu carro com a perseguição que ambos tinham sido alvos. Sem qualquer ajuda monetária, Doug precisava de arranjar forças para conseguir ir para Madagáscar sem ser visto para conseguir continuar sempre à frente dos capangas do seu antigo chefe. O único problema era Whitney que agora era realmente uma peça fundamental no puzzle e não a poderia deixar: sabia que ela agora correria perigo. Assim sendo, acabou ela mesmo por o ajudar financeiramente, já que ela fazia intenções de conseguir que ele pagasse tudo o que ele lhe devia até ao último tostão. Para além disso, Doug não entendia nada de francês e ela era bastante fluente na língua.

Basicamente é uma grande caça ao tesouro, mas sem dúvida com grandes perigos à mistura por estarem a ser perseguidos por homens bastante perigosos entre eles. Sem dúvida que se vê isso e bastante bem, portanto automaticamente sabemos quem são os maus da fita e não há essa onda de mistério dentro do livro de Nora. As coisas acabam por ser diferentes porque normalmente há sempre uma outra onda de mistério e desta vez as coisas são realmente uma caça ao tesouro e o mistério não o tesouro em si, mas quando é que a sorte deles vai terminar ao ponto de eles serem apanhados pelos maus da fita.

Normalmente já sei o que esperar dos livros da Nora Roberts, mas ela consegue sempre surpreender-me da melhor forma e sinceramente, após tantos anos a ler os seus livros ainda bem que ela o consegue fazer, porque seria problemático se ela deixasse de conseguir mexer com os meus nervos quer eu saiba de tudo ou não. Gostei de todo o enredo que foi construído, diferente e bastante eficaz e confesso que não contava com algumas coisas que foram acontecendo ao longo do livro.

Uma das coisas que eu mais gostei em todo o livro foi o facto de sentir que no início do livro não havia realmente uma grande confiança entre eles os dois. Whitney era simplesmente a ajuda monetária de Doug e que quando ele tivesse a oportunidade acabaria por a deixar sozinha e ficaria apenas com o dinheiro dela, porque sem dúvida isso era o mais importante; no entanto, ela sabia perfeitamente que ele não era parvo nenhum e sabia perfeitamente com quem ela estava a lidar, afinal ele roubava pessoas da sua classe social, que na realidade não tinham problemas nenhuns com dinheiro. Assim sendo, gostei de ver a confiança a aumentar ao longo do tempo e do avançar do livro a forma como se abriam em relação à forma como eram as suas vidas no passado e como era tudo antes mesmo de ele ter entrado na sua viagem. Para Whitney a sua viagem a Paris já estava super longe face a tudo o que já tinha acontecido após aquelas suas férias.

Acho que ainda gostei mais da personagem do Doug, arrogante e bastante verdadeiro. Não fingia nem uma única vez em relação ao que queria realmente fazer e sempre que ela lhe lia os pensamentos ele contava que era verdade o que ela estava a pensar. E a forma arrogante de ele ser deixou-me a gostar bastante dele e acho que a forma como ele se preocupava com ela acima de tudo foi bastante importante para mostrar como é que ele realmente era no final de contas.

O facto de eles estarem a ser perseguidos e se de saber claramente que acabaria tudo por ficar bem, não me deixou claramente em paz, porque na realidade não fazia ideia de quando é que eles os dois iriam ser apanhados pelos maus e assim sendo era sempre um grande misto de emoções sempre que eles paravam e pensavam que estavam a salvo ou quando andavam a fugir. Era horrível todo aquele sentimento, mas senti-me realmente contente pela Nora ter conseguido deixar-me daquela forma.

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