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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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11
Jul18

Book Store #332

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Construir um Amor

Construir um Amor.jpg

Autoria de Nora Roberts.

O segundo livro da trilogia na qual faz parte este livro e o anterior que vos falei, acabou por ser devorado em menos tempo do que o primeiro e até o terceiro livro, especialmente porque das três histórias, esta foi aquela que eu mais gostei

Este livro não é com as mesmas personagens do primeiro livro da trilogia, o estilo da Nora, as trilogias acabam por acontecer quando os personagens do segundo livro estão de certa forma relacionados com os da primeira história e por assim adiante.

Assim sendo, este segundo livro fala de Abra uma engenheira que começa a fazer planos para sair da sua empresa, agora que quem está à frente dela não é quem a contratou, mas sim o filho cujo não está a fazer o dos melhores trabalhos do mundo. No entanto, o seu último trabalho naquela empresa está a dar mais do que trabalho... é difícil de trabalhar quando o arquiteto que o desenhou é demasiado casmurro para simplesmente facilitar a vida dos engenheiros que estão a fazer de tudo para aquilo que ele tenha desenhado se concretize e com um grande empenho a que tudo seja realmente concretizável e não apenas um milagre.

No entanto o que ela não contava era que Cody se mostra-se inteiramente interessado nela, desde as pontas do seu cabelo até às pontas dos dedos dos pés. Cody, o grande arquiteto estava atraído pela engenheira. Era algo novo para ele, porque desde sempre que não gostava de engenheiras por causa do mau feitio de quererem sempre modificar os seus planos e tudo aquilo que ele tinha visto. Muito possivelmente aquilo que lhe tenha mesmo interessado era a forma brusca e demasiado mandona como Abra falava com as pessoas. Ela era a superior ali e independentemente de ser mulher, ela não iria fazer nada para mudar isso.

Abra e Cody sentem-se bastante atraídos um pelo outro, mas Abra não se quer render à paixão e ao que quer que fosse que estava a acontecer entre eles os dois, especialmente quando trabalhavam juntos. Era regra para ela... não se trabalhava com ninguém com ninguém que se estivesse a sair e ao contrario a mesma coisa também se aplicava. Era um princípio dela, mas sabendo que já estava tudo quebrado, ela teria de fazer alguma coisa. Começando desde logo por criar uma barreira. Quando estivessem na cama ou no hotel onde ele estava ou na sua casa, ambos seriam amantes e dariam tudo para estarem um com o outro, quando estivessem no trabalho, ambos seriam apenas a engenheira e ele o arquiteto.

De facto, a forma como ela se impunha como uma mulher forte e que fazia de tudo para mostrar que não precisava de um homem na sua vida para tomar conta de si, foi um dos pontos altos de sempre no meio disto tudo e depois ver o quão humilde ela poderia ser, mesmo por debaixo daquela capa de durona que ela tinha. Como por exemplo quando ambos acabaram no hospital ao lado de uma senhora grávida porque um dos colegas da obra tinha sofrido um grave acidente. O facto de terem ficado lá o tempo todo até ter descoberto que ele estava fora de perigo para poder deixar a senhora grávida muito mais descansada.

As coisas foram diferentes deste livro para o primeiro. Este livro acaba por ter a ligação com o primeiro, dado que Cody é o sócio de Nathan. Já no primeiro livro ouvimos falar de Cody, mas sem dúvida que ele acaba por ter o seu papel mesmo importante no seu próprio livro, construindo uma família com Abra.

Achei o nome dela bastante interessante, Abra. Nunca consideraria dar esse nome a ninguém, mas por incrível que pareça à personagem em si, chamar-lhe de Abra ficou bastante bem e fiquei bastante surpreendida por lhe ter encaixado tão bem!

Ao contrário do anterior, este encheu-me as medidas muito bem e para as questões do tempo foram totalmente ultrapassados nesse nível e gostei de ver a evolução deles a melhorar, especialmente porque Cody não era propriamente um santinho e o facto de ela o responder à letra, demonstro que ambos estavam lado a lado naquilo e independentemente de ela ser uma mulher, ele não se importava de a ver a fazer o trabalho pesado e ela não esperava de todo que ele fizesse tudo por si.

Definitivamente o segundo foi aquele que eu gostei mais.

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