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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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15
Jul18

Book Store #333

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Sem Lei

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Autoria de Nora Roberts.

Este livro é o terceiro da trilogia da Nora Roberts que eu andava a ler. Confesso que foi aquele que me demorou mais a ler. Não porque não o quisesse ler, mas porque a forma de interligação das personagens com as anteriores eram bastante diferentes do costume e acabei pegar inteiramente no livro como queria ter feito.

Como foi dito no primeiro livro da trilogia, Jackie estava a escrever um romance e começava já a pensar em enviar os primeiros capítulos para a editora, para poder ser avaliado e sendo assim poderem continuar com a publicação da sua história.

Sem Lei é o livro que Jackie estava a escrever no primeiro livro da trilogia, cujas personagens eram exatamente Sarah e Jake. Sarah tinha finalmente decidido ir ter com o pai, após ter terminado todas as suas tarefas e ter aprendido tudo o que tinha a aprender para ser uma dama. O seu pai tinha-lhe fornecido uma grande educação com as freiras para poder ser realmente considerada uma grande dama de prestigio. Tudo pareceu mudar quando chegou ao território do Arizona. As coisas não eram o que ela pensava, afinal aquilo não era um sítio luxuoso e para além de ter de ficar numa casa pequena sem quaisquer recursos, acabou quase por se ir abaixo quando descobriu que o seu pai tinha morrido. Tentou ao máximo mostrar-se fiel ao seu cumprimento e ficar na casa do seu pai, no entanto, Sarah não estava habituada a viver naquelas condições e muito menos sem quaisquer recursos. Grande parte da sua sorte deveu-se a Jake. Desde o início, ele sempre esteve presente nos momentos mais difíceis.

Sarah era uma mulher claramente bem educada para estar na alta sociedade e via-se perfeitamente que estar em casa do pai só a fazia sofrer, parecia que daquela forma ela conhecia melhor ainda o seu próprio pai. Quando descobriu que o seu pai estava morto e que afinal não tinha nem um tostão... ela foi-se abaixo, especialmente por entender os esforços que ele fez para que ela pudesse ter tudo o que tinha tido e também especialmente porque em todos aqueles anos, o que ela própria mais queria era estar ao lado do próprio pai.

Jake é orgulhoso e demasiado bruto para poder realmente estar com alguém como Sarah, que não lhe merecia nem de perto nem de longe, mas a verdade era que eles tinham uma química bastante grande desde o primeiro momento, independentemente de ele ser bruto enquanto falava. Podemos dizer e tudo que foi graças a isso que ela própria se apaixonou por ele. Gostava que ele falasse assim com ela, especialmente porque para ela era um sinal de que ele não a via abaixo dele, ambos estavam no mesmo patamar e ele não a achava mais fraca que os outros apenas por isso.

Uma das coisas que eu gostei do livro foi o facto de vermos Sarah, uma rapariga da cidade a pegar automaticamente nas rédeas da sua vida e controlar tudo e começar a fazer da sua vida no território onde era naquele momento a sua casa. Começar a fazer algo para ganhar dinheiro de forma digna, cozinhar e ainda cultivar os seus próprios produtos. Fazer amizades com as pessoas da vila, estava tudo planeado. Gostei bastante de ver a evolução da sua personagem, especialmente porque foi bastante visível a forma como cresceu pelo simples facto de estar lá a viver. 

No final de tudo, confesso que até gostei que a interligação feita entre este livro e os outros dois (mais o primeiro) tenha sido feita desta forma. Foi diferente e inesperada, especialmente porque Nora venceu-me ao lançar o livro do livro e Jackie. Especialmente porque desde o primeiro livro que eu andava ansiosa para saber o que é que ela andava a escrever e de como seria mesmo a história. 

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