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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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21
Jul18

Book Store #335

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Prazeres Infames

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Autoria de Elizabeth Hoyt.

Uma das coisas que acabo sempre por me ver a pecar um pouco é quando leio um livro de uma saga e acabo por os ler demasiado separados. Quando vou a ler, acabo sempre por não me conseguir lembrar totalmente ao menos que o próprio escritor acabe por ajudar os próprios leitores a avivar a memória com tudo o que ele escreveu no livro passado.

Desde a saga dos soldados de Elizabeth Hoyt que fiquei a gostar bastante do seu estilo de escrita e tanto que ao longo do tempo acabei por começar a comprar os livros desta sua nova saga, mas apenas tenho dois livro, sendo que este é o segundo. Neste contexto uma das coisas que eu gosto bastante nos livros dela é especialmente o facto de serem livros mais sensuais e normalmente passados no século XVIII. Há um padrão na escrita de Elizabeth Hoyt, normalmente os seus livros contêm sempre um personagem masculino que tem problemas ou então que é libertino e que gosta demasiado de estar na cama com mulheres do que realmente outra coisa assim do género.

Este livro acaba por se encaixar muito nisso. Hero, é a filha mais velha e já há quatro anos que foi apresentada à sociedade e está pronta para casa com um grande marquês. Contudo, não é apenas um marquês, Hero está noiva de um dos marqueses mais cobiçados e respeitados em Londres na época e ela felizmente estava noiva dele, tinha tudo para dar certo, especialmente porque tinha a aprovação do seu irmão mais velho. 

No entanto, as coisas começam logo a correr mal no baile para comemorar o seu noivado quando acaba por conhecer Griffin. Griffin estava em posições não muito corretas dentro de uma sala escura e satisfazia as suas vontades e de mais uma mulher casada e que estava demasiado excitada para se aperceber da nova intrusa e também de que estava a cometer adultério num sítio mais ou menos público.

Assim sendo, a partir desse momento acabaram por conhecer e as coisas acabaram sempre em discussões. Tanto pela forma rigorosa de Hero por ter sido ensinada pela sociedade e querer manter a sua dignidade e Griffin estava-se literalmente a marimbar para isso tudo e o que ele mais queria na vida era aproveitar o que lhe tinha sido dado e poder estar com tantas mulheres que quisesse. O que ambos não contassem era que dentro de em breve, iriam acabar por ser família. Griffin era irmão mais novo do noivo de Hero. Quando descobriram isso, Hero sentiu-se imediatamente agoniada por ter de continuar a vê-lo, no entanto, ao princípio era tudo um jogo para Griffin... até ao momento em que ele próprio se começou a sentir atraído por ela, independentemente do que dissessem, ele sentia qualquer coisa.

O único problema era que ela era noiva do irmão e Griffin já tinha a fama de ter sido ele a estragar o primeiro casamento do irmão mais velho, tornado-se amante da mulher do irmão.

Uma das coisas que eu mais gostei foi o complemento deles os dois. Independentemente do que fizessem e de todas as discussões, Griffin mantinha-se preocupado por ela ir sozinha a sítios demasiado perigosos em Londres totalmente sozinha e ela sempre preocupada por ele ter uma destilaria ilegal ainda por cima num dos sítios mais perigosos de Londres. Independentemente do que dissessem sobre a vida um do outro, ambos estavam sempre preocupados e isso notava-se bastante!

Adorei o nome escolhido por Hoyt para a personagem principal. Hero é um nome incomum para dar a uma protagonista, mas que felizmente lhe assentou lindamente e que de deu realmente alguma classe que eu não estava nada à espera. Quando eu li o nome, achei bastante estranho, mas estava redondamente enganada. 

Gostei da forma bruta de ser do Griffin, mas também gostei da sua evolução. Mantinha-se fiel a si mesmo, mas mostrava-se mudado ao longo do tempo especialmente por causa dela e por todos os efeitos que ela tinha na sua vida. É daquelas coisas que se dizem, que o amor muda realmente a vida de uma pessoa e nele fez-se realmente notar isso e muito bem!

Acho que assim sendo, mal posso esperar para ler. Espero que continuem a publicar os livros dela aqui em Portugal, mas mesmo que não fizessem tentaria arranjar uma forma de os conseguir em inglês.

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