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Attention

«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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24
Set18

Book Store #348

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Porto de Abrigo

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Autoria de Nora Roberts. 

Depois de ter lido os dois primeiros livros da saga da Baía de Chesapeake. Antes de falar concretamente sobre este livro, quero falar sobre os dois livros anteriores.

Três irmãos, cada um com a sua vida, vêm obrigados a voltar para casa depois de tanto tempo para poderem ver o pai que respira pela última vez. O pai que os três conheceram, depois de uma vida conturbada, tinha acabado de sofrer um acidente de carro e as suas últimas palavras tinham sido para que eles pudessem terminar aquilo que ele tinha terminado e que cuidassem do membro mais novo dos Quinn. Neste caso, Seth Quinn, um miúdo de 10 anos estava em processo de adoção e os três irmãos não faziam ideia do porquê de o pai o ter voltado a fazer, depois da última adoção que tinham feito ter sido com Philip, o último irmão Quinn até Seth chegar. 

Os quatro irmãos, incluindo, o mais novo e mais recente membro da família, tinham todos algo em comum e era isso que fazia com que a família Quinn fosse tão especial. Antes do casal ter encontrado as quatro crianças, ambos viviam de uma forma miserável e completamente deplorável. Assim sendo, Cam foi um desses meninos, o primeiro que foi adotado pelo caso e acabou por se sentir amado, mesmo depois de tudo o que lhe tinha acontecido na vida. Ethan, foi o segundo a ser adotado e cujo tinha algum passado com Seth, especialmente de coisas que nenhum menino de 14 anos ou menos devia sentir.

Phillip é o terceiro irmão a ser adotado e o protagonista deste terceiro livro. Este irmão Quinn é realmente o mais concentrado em termos de educação de Seth e aquele que está mais atento à parte financeira do novo negócio dos próprios irmãos Quinn. Este negócio é sem dúvida sobre construção de navios próprios para velejar, que foram construídos desde raíz. A melhor parte? É que o próprio miúdo acaba por estar dentro do mesmo negócio, criando e tudo as plantas dos barcos.

Continuando, desde os outros livros que acabamos por ter algumas perguntas que acabam por persistir neste livro. Como por exemplo, porque raio é que o pai dos Quinn decidiu adotar um miúdo de 10 anos, depois de tantos anos feliz por ter apenas três filhos adotivos? Ninguém entendia, mas havia realmente muitos rumores em relação a esse caso. Um deles constava que era sobre o facto de o miúdo ser fruto de uma das relações do mais velho fora do casamento que ele tinha tido durante toda a sua vida. Os filhos mais velhos não acreditavam em nada disso, no entanto, parecia que isso era um problema para toda a gente e Seth sentia-se preocupado que com isso acabassem por não o querer.

Para além de Phillip, acabamos por ter finalmente a nova personagem feminina bastante forte. Neste caso acabamos por ter Sybil. Sybil é uma psicóloga que se sente bastante curiosa em relação ao caso de Seth e tenta ao máximo saber mais informação possível, no entanto, a sua aproximação com Phillip Quinn acaba por não ser a melhor coisa de sempre. Por isso, as coisas acabam por não ser o mar de rosas, especialmente quando o grande segredo acaba por ser revelado.

Sybil é a tia de Seth e veio em busca do rapaz para saber se ele estava em boas condições ou não, para conseguir que a sua irmã pudesse voltar a ter o seu menino. Sybil tinha sido enganada pela própria irmã e antes de qualquer coisa, tinha quase ajudado Gloria a ficar com a guarda de Seth e tudo por dinheiro.

Assim sendo, as coisas acabam por se complicar. De todos os livros, confesso que este foi o meu livro favorito. A forma como a Sybil se ressente em relação a tudo o que aconteceu a Seth e pela forma como ele não a conhece e não a quer ver quando sabe que ela é a sua tia. No entanto, o facto de ele ser a sua tia acaba por desmascarar grande parte dos porquês se são feitos.

O livro é muito bom e acaba por se ver mais do processo da guarda e um outro ponto de vista da mãe do Seth, porque cada vez mais vemos a manipulação que ela fez à sua irmã para conseguir persuadi-la a continuar a ajudá-la e a da-rlhe dinheiro. No entanto, a forma de como ele acaba por abordar as coisas com Sybil faz com que a própria não se queria envolver  mais com a irmã e nem com Seth, depois de numa das histórias ter saído bastante magoada. 

O amor de família é bastante presencial e uma das coisas que eu mais gosto sinceramente é o facto de Nora mostrar neste livro que continua a não importar se foi a família que nos criou ser a biológica. O que importa é que seja um lar saudável e cheio de amor e ao longo do tempo e com as famílias a serem criadas, acabamos assim por ver isso ao longo do tempo.  É realmente um dos melhores pontos desta saga.

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