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Attention

«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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Qui | 10.10.19

Book Store #402

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O Playboy

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Autoria de Vi Keeland.

Desde que comecei com os livros da Vi Keeland que faço mesmo para conseguir ler os livros que vão saíndo desta sua onda. Confesso que os meus favoritos foram os dois primeiros. Este quarto não bateu os dois primeiros livros, contudo o patamar do mesmo está mais elevado do que o terceiro livro que, por muito que tenha gostado, não foi dos meus favoritos.

Tudo começa quando Natalia vai ao casamento da amiga e acaba por agarrar o boquet de noiva. Por outro lado, é o amigo do noivo que acaba por conseguir a liga e independentemente de ele ser lindo e bastante atraente, Natalia faz de tudo para não cair nas suas mãos, especialmente porque, não tinham começado com o pé direito. Tudo indicava que Hunter, o amigo do noivo, tinha ouvido a conversa de Natalia a dizer que queria pelo menos arranjar algum homem naquela noite que não fosse comprometido. Dessa forma, quando os dois foram obrigados a dançar, devido a terem apanhado os ditos cujos, não foi propriamente o mar de rosas. 

Hunter é um homem atraente e sabe que é atraente e para além disso também sabe como provocar. Dessa forma, Natalia não conseguiu deixar de ouvir todo o tipo de piadas. Hunter era um homem e tanto e realmente ele tinha fascinado Natalia, mas ela sabia que havia algo de errado e que ele não podia ser assim tão fantástico como aparentava ser. Dessa forma, acabou por o rejeitar e esperava nunca mais o ver depois do casamento da amiga, independentemente de eles terem amigos em comum.

Claro está que as coisas não foram de acordo com o plano dela. Hunter, após um ano, voltou a Nova Iorque e eles voltaram a encontrar-se e desta vez as coisas não foram tão lineares como da outra vez. Coloca em cima da mesa uma grande decisão que poderá ser mesmo aquilo que poderá terminar com aquele fascínio. Hunter propõe que os dois acabem por ir para a cama para terminar com toda aquela tensão sexual. Natalia, de facto acaba por aceitar. Era a única forma de terminar com aquele fascínio todo.

Acontece que as coisas não são bem assim, os dois começam realmente a criar laços e uma relação, independentemente de dizerem apenas que é sexo. As coisas tornam-se totalmente diferentes e Natalia já não vê Hunter da mesma forma, nem ele a mesma coisas.

As coisas parecem apenas ser voltadas para eles os dois, mas continua a haver mais pessoas envolvidas. Neste caso a vida de Natalia não é totalmente calma e existe outros fatores que torna que tudo seja realmente mais complicado, mas que a torna ainda mais forte.

O livro foi muito giro e acho que grande parte do livro o que acaba por ser bom e que faz mesmo o livro a que seja diferente dos outros é mesmo o próprio Hunter. Ele que realmente tem outras formas de ver as coisas e a forma de agir é totalmente diferente de Natalia e especialmente o início dá mesmo um outro ar e acaba por tornar a leitura muito mais abrangente. 

Continua a não bater os dois primeiros livros dela, mas volto a reforçar que gostei muito mais deste livro do que gostei do terceiro. Não querendo falar mal da terceira história que gostei muito e que estava também super bem contada. Acho que a Vi Keeland consegue dar um equilíbrio entre o que é a parte sexual e o que é mesmo história e o romance, porque de facto continua a haver uma história para contar e isso não se perde quando os protagonistas acabam por se envolver de uma forma mais intima.