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Attention

«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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A Feira do Livro de Lisboa acabou ontem e eu ainda estou a processar como foi este ano. As coisas foram ligeiramente melhores, não vou mentir, especialmente porque também as medidas já eram diferentes das do ano passado, dado também como as coisas avançaram desde setembro de 2020 até setembro de 2021. 

Fui à abertura da Feira do Livro de Lisboa como tinha planeado fazer desde que tinha sido anunciada. A verdade era que eu estava super ansiosa para ver como tudo tinha sido organizado e de como estaria agora a Feira. Queria saber a organização das bancas e de quantas editoras estariam lá efetivamente, porque nunca podemos esquecer que umas acabam por não vir, outras que estão dentro de outras, portanto, é sempre tudo diferente de ano para ano.

Aquela sensação de casa voltou assim que entrei na Feira e de repente estava mesmo feliz por ter voltado. A verdade era que ter ido logo no primeiro dia ajudou profundamente para conseguir ver tudo da feira e sem pensar em comida nem nada, era mesmo para poder aproveitar e ver tudo com calma. Porque das coisas que podemos falar é de que o facto de as medidas terem sido levantadas de 2020 para 2021, notou-se noutros dias de como era como se não existisse pandemia. Assim, achei que era mesmo muito melhor ter ido no primeiro dia para poder ver sem muita gente.

A organização é fantástica e confesso que sinto sempre uma grande nostalgia ao ver os pequenos borrifadores de água da Leya. É sempre bom ter lá apenas pra poder andar e refrescar nos dias assim de mais calor. Gostei mesmo muito.

Entretanto, as novidades da 20/20 Editora era que realmente tinham metido pequenas banquinhas no meio da sua chancela com livros que já tinham mesmo uma boa promoção, começando nos 5€ e livros que por acaso os achei muito giros, porque até os arranjei noutras alturas que não na Feira do Livro de Lisboa.

A Saída de Emergência a quem fiz muitos olhinhos por conta dos livros de Nora Roberts e confesso que estava pronta para comprar um, mas acabei por nem o fazer porque acabei por ter outras prioridades e sabia que queria aproveitar a Hora H, coisa que sabia que iria ser complicado na Saída de Emergência, uma vez que dentro dos livros com mais de 18 meses, só alguns é que faziam parte da Hora H.  

Os alfarrabistas eram realmente qualquer coisa e gostei muito deles porque de tinham mesmo livros super interessantes e a preços super bons e acessíveis. Adorei também os próprios livros dos mangas que não são assim muitos, mas estavam lá e a um bom preço, tanto que a Pipa começou assim a saga do Demon Slayer. 

A Porto Editora a fazer preços fantásticos por exemplo colocar livros do dia a 50%, livros que ainda por cima nem entravam na Hora H, também por fazerem escolha dos livros que já têm mais de 18 meses. A Editorial Presença surpreendeu-me com o livro ilustrado dos Monstros Fantásticos que estava com mais de 50% de desconto e isso surpreendeu-me mesmo muito. Era mesmo bom porque tinha uma zona de livros apenas de 5€, de 7€ e de 9€ e que ficavam claramente mais baratos do que apenas os 50%, que já é muito bom. 

Não fiquei para ver autores de livros, apesar de ter alguns que seriam interessantes de ver, mas era complicado especialmente porque continuo a trabalhar na tese. Contudo, sei que estiveram pessoas muito boas e outras que trouxeram uma grande enchente como por exemplo a youtuber, Mafalda Creative, que escreveu o ano passado um livro e a sua sessão de autógrafo ia ser de duas horas (16:30h -18:30h) e ela basicamente apenas saiu de lá mesmo no fecho da própria feira do livro.

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Em termos de livros não comprei assim muitos porque eu tinha acabado de comprar 8 livros por 25€ à melhor amiga da minha irmã mais velha, portanto, uma parte do meu orçamento acabou por ir para aí apenas porque seria sempre bem mais barato comprar por ela do que comprar na própria feira (se quiserem, eu depois monstro quais foram os livros). Aqui na Feira foi um total de seis livros, sendo que dois deles foram oferta dos meus pais. 

Aproveite e comprei finalmente o livro de As Vantagens de ser Invisível, depois de tantos anos a querer o livro finalmente o arranjei e consegui comprá-lo a menos de 10€. Comprei A Livraria de Penelope Fitzgerald, que consegui encontrar num alfarrabista e ficou-me ainda mais barato do que quando estava em Hora H, aproveitando ainda melhor. Ainda comprei A Ciência e Magia em Harry Potter para conseguir explicar e conhecer de outra forma todo o mundo de Harry Potter, até dizendo ainda mais que o livro ainda por cima estava a 3€ e então achei que era mesmo uma boa compra. Os pais compraram-me os dois livros do George Orwell, o livro de 1984 estava a 16€ e consegui pagar apenas 8€ e o A Quinta dos Animais estava a 8,01€, então também aproveitei que estava assim para o barato e finalmente consegui ter os livros de Orwell comigo. Deixando o último para o fim, um livro dedicado às bibliotecas portuguesas e confesso que estou totalmente, mas totalmente apaixonada por elas. Desde o Norte até ao Sul e ir para as ilhas: de repente quis fazer um roteiro e ir a todas elas assim num abrir e fechar de olhos. Este livro estava quase a 30€ e eu consegui comprá-lo também por metade do preço!

A Feira do Livro deixa-me sempre bem disposta e mesmo que numa das vezes não tenha estado no melhor dos dias por conta dos efeitos secundários da vacina, devo dizer que me diverti bastante. Adorei mesmo todo o ambiente. Confesso que não estava habituada à quantidade de gente que se estava ali no sábado e honestamente foi sair e entrar porque achei que estava demasiada gente e para mim era como se as pessoas se tivessem esquecido totalmente de que ainda estávamos em pandemia. No entanto, não me posso queixar. Da mesma forma como eu queria lá estar, todas aquelas pessoas tinham o direito a tal. Portanto, foi como disse, não me senti bem e assim que entrei acabei por sair.

Apesar de já não estar acostumada é como estar em casa. É voltar e sentir-me sempre em casa para sempre e é daquelas sensações que uma pessoa nunca se cansa. Está tudo certo quando nos sentimos felizes num sítio à qual conseguimos sentir que estamos mesmo em casa. Adorei e apesar da minha carteira me odiar neste momento... eu própria estou feliz e neste momento vivo com o lema de Carpe Diem e logo se vê depois. 

Deixo-vos aqui algumas fotografias que também as tinha metido nos meus stories ao longo dos dias em que fui à Feira do Livro de Lisboa.