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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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10
Abr19

What I Saw #140

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The Greatest Showman (2017)

The Greastest Showman.jpg

Quando vi o filme acabei por não falar sobre ele e depois acabei o deixar nos rascunhos a apodrecer, contudo, quando a mana mais velha finalmente foi ver o filme eu acabei por o ver de novo, especialmente porque com o Zac Efron no filme eu simplesmente não podia deixá-la sozinha. Afinal é o Zac Efron, uma das minhas big crushes desde 2006. 

O filme retrata a vida de P. T. Barnum que desde muito novo sabia o que era a pobreza e ao apaixonar-se uma rapariga de berço nobre a última coisa que ele quer é que ela, ao casar-se com ele, acabasse por ter uma vida pobre e sem qualquer tipo de esperanças.

Barnum consegue um trabalho e algo estável na vida quando vai ter com Charity e acabam por ter duas filhas fantásticas que têm sonhos e que se contentam com apenas o que é imaginável. Sonhadoras acima de tudo.

No meio disto tudo, a história em si começa quando Barnum acaba por ser despedido do seu trabalho pela empresa ter aberto falência. A seguir, os momentos certos acabam por acontecer quando acaba por pedir um empréstimo ao banco e compra uma propriedade para começar os seus próprios espetáculos. Contudo, as coisas não estavam a render... a grande vida do espetáculo não estava a ser vivida, até finalmente haver realmente algo de estranho para ser apreciado.

A partir desse momento tudo muda de cenário. Quando Barnum consegue finalmente encontrar pessoas com talentos escondidos, tudo muda completamente. De repente, o anão pode ser finalmente um líder, a mulher com barba pode cantar à sua vontade, os irmãos negros podem finalmente estar dentro de um palco sem serem julgados, tudo era possível dentro daquele espetáculo.

Barnum dá-lhes essa oportunidade. Como é que entra o personagem do Zac Efron no meio desta história? Existe sempre aquele sócio que a princípio está demasiado reticente e de repente acaba por amar todo o mundo espetáculo. É o que acontece. Phillip não acredita realmente naquele espetáculo, contudo, quando finalmente vai a um dos espetáculos não só se apaixona pelo ambiente, como também pela trapezista: Anne (Zendaya).

Ora, as coisas não são fáceis. As críticas não são boas, toda a gente adora "aberrações" dentro do espetáculo, mas ninguém gosta delas fora delas. As coisas pioram no sentido de que na realidade a ambição é algo horrível quando se sobe à cabeça das pessoas. Barnum esquece por completo tudo o que estava a construir e o porquê de o fazer quando acaba por conseguir ver que consegue fazer rir as pessoas e fazê-las sorrir, porque a partir daquele momento ele tinha dinheiro para a vida que sempre quis e sempre quis dar a Charity e às filhas, parecia que tudo estava diferente. Contudo, nada era realmente o que queriam. Charity e as filhas sentiam-se felizes quando estavam na casa pequena com o teto a cair e a pingar, porque ao fim ao cabo era lá que o pai estava com elas e que estava sempre lá para as apoiar.

Um dos pontos que eu devo afirmar é que a ideia do romance entre Phillip e Anne acaba por ser muito bom, porque dá vários dilemas por detrás da relação deles. Anne não é de berço nobre como Phillip e a partir desse momento temos o conflito económico que uma sociedade da época acaba por nunca gostar na realidade. Depois, o facto de ela ser afro-americana: esse ponto especialmente leva a conflitos de escravos como eram tratados na época e um homem de classe alta estar apaixonado por uma trapezista que ainda por cima era afro-americana, acaba por ficar bastante manchado dentro da sociedade.

Contudo, são esses pontos que eu realmente valorizo na relação deles. Phillip nunca colocou em casa nada do que poderia ser colocado em causa dentro da sociedade. Ele estava apaixonado por Anne e para ele era a única coisa que realmente importava, nada mais. Isso é importante no sentido em que a sociedade não controla realmente os seus sentimentos e as classes altas podem ceder o seu berço para ficarem como quem querem. Assim como aconteceu com Charity: é quase como um espelho entre o que aconteceu no passado com Barnum e com Charity e no presente com Anne e Phillip. 

O ponto de ser um musical poderia deixar-me de pé atrás, contudo, ouvir o Zac Efron para além de me dar uma grande nostalgia fez-me lembrar do High School Musical e de como ele era realmente era tão jovem para a voz dele mudar desde 2006 para 2017. Passando de novo para o momento musical, surpreendeu-me bastante especialmente porque tive uma perspetiva diferente e acabei por não sentir que o filme estava a quebrar com tantas músicas e que apenas apetece passar à frente (se bem que isso também aconteceu uma vez). Foi realmente bastante fluído e coeso. 

Ainda dentro deste ponto, não consigo superar duas músicas: Rewrite the Stars e já ouvi a versão original, mas não consigo deixar de ouvir a voz do Zac e da Zendaya e de como eles conseguem realmente dar uma outra emoção à música e A Million Dreams

Fiquei surpreendida e sem dúvida de coração cheio com este filme. Nem que fosse apenas pelo Zac Efron, mas não foi apenas por ele. Garanto. 

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