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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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11
Fev18

What I Saw #117

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Fifty Shades Freed (2018)

Fifty Shades Freed.jpg

Quinta-feira chegou e estreou o último filme de um dos grandes fenómenos que arrebatou milhares de pessoas e que as prendeu aos ecrãs de cinema e que, antes disso, as prendeu aos assentos das cadeiras a lerem os livros. Quinta-feira estreou o último capítulo da história da Anastasia Steele Grey e do Christian Grey.

Terminou uma nova era e agora já penso e tudo qual será o filme que será feito baseado num livro qualquer super famoso que irá prender de novo os espetadores. 

O terceiro filme de facto e começo já por dizer isso, dos três, é aquele que tem menos cenas de sexo entre os dois protagonistas, especialmente porque é neste mesmo filme e livro que tem muito mais trama e que logo assim aquilo que era o ponto principal para toda a gente ver o primeiro filme, acabou por não ser o ponto principal no terceiro filme. A trama sim entre o casal Grey e o antigo chefe de Ana - Jack Hyde é que é importante.

Fui ver o filme na sexta-feira e confesso e fiquei bastante surpreendida com aquilo que vi. Primeiro que tudo, já me tinham dito que a Dakota Johnson tinha andado a mexer no seu peito e que até parecia mais composto e tudo e claro a queixarem-se de que o Jamie Dornan não mostrava o seu dito cujo nas cenas, porque as mulheres queriam era ver o homem como ele tinha nascido e não a Dakota! Pronto, tudo bem... mas eu não estava ali para andar a ver se a Dakota realmente tinha andando a endireitar a sua prateleira ou se o Jamie não tinha mostrado o seu dito órgão. Estava sim interessada em saber como é que toda a equipa por detrás daquele filme tinha conseguido fazer uma boa adalptação do livro para o filme! Queria saber como as coisas iriam ser feitas e sim, eu iria reclamar se não fosse fiel.

Realmente quando o filme começou a primeira coisa que eu disse foi que o livro não começava daquela forma, mas não posso ser assim tão rígida porque depois todos caem em cima de mim, porque afinal de contas, logo no início ou no fim diz sempre: baseado na obra .... de .... -  portanto não posso estar a ser queixosa a um nível tão rigoroso.

Uma das coisas que acho que ficou melhor e tudo neste filme do que, especialmente, no segundo filme foi os elos de ligação entre as cenas. Quando eu vi o segundo filme em casa com as cenas alargadas (as cenas que tiraram porque o filme estava para maiores de 18 anos) acabei por entender que, fora a cena na mesa de bilhar, grande parte das cenas que tinham sido retiradas para o cinema tinham sido os elos de ligação entre as cenas e achei isso muito mal. No entanto, neste terceiro filme lá que finalmente não as cortaram totalmente e ali estavam as cenas mais bem compostas e ligadas entre si o que para mim já foi uma grande vitória.

A banda sonora continua a ser um dos fatores positivos do filme, gostei bastante de como as coisas foram feitas. Tinha ouvido uma parte da música do Liam Payne com a Rita Ora (a nossa Mia Grey!), mas com as coisas nem a tinha terminado de ouvir e realmente acho que ficou muito bem e devo até admitir que me ri no cinema quando vi onde tinha sido colocada aquela parte da música e tudo. Se bem se lembram as músicas principais do primeiro filme foram o remake da Crazy in Love e a Love Me Like you Do e esta última até que passou no filme quando estavam os dois no Charlie Tango xD basicamente foi quase como um fechar ciclo ao colocar a música da Rita Ora com o Liam Payne numa cena do género neste terceiro filme.

Este terceiro filme surpreendeu-me em diversas formas e uma delas foi o cuidado com os pormenores. A forma como eles sempre se recordavam de coisas que remetiam tanto para o primeiro e para o segundo filme, deixou-me igualmente contente por terem feito as coisas daquela forma, porque por muito que a pessoa se lembre acaba sempre por ser uma forma de contexto e uma forma de não nos esquecermos o que aconteceu aos outros personagens! Adorei os pormenores ao toque entre a Anastasia e o Christian, especialmente porque durante os dois primeiro livros bem que a Ana lutou com a cena do toque.

Fiquei completamente surpreendida porque não resisto ao charme dos seguranças do Christian Grey. Aquele Taylor tem cá uma voz que não há quem aguente e fiquei ainda mais contente por ver que ele tinha mais protagonismo, se podemos dizer assim, no filme. Porque de facto conseguimos vê-lo a interagir muito mais com o próprio Christian e com a Ana, se bem que eu bem que gostaria de ter visto mais dele e talvez com a senhora Jones, porque shippo tanto que queria vê-los no ecrã gigante do cinema! Fiquei bastante surpreendida com o segurança pessoal da Ana, aquele Sawyer era qualquer coisa, para além de ser atraente ele fez realmente um bom papel e claramente teve também uma boa interação com os personagens durante o filme inteiro.

Claro que há sempre coisas que nunca mudam, independentemente dos anos que passem: aquele Elliot não conseguia realmente fazer uma cena sem a porcaria da pastilha elástica! Sempre que ele aparecia e eu pensava que ele não tinha, lá aparecia aquela coisa na boca dele e ele começava logo a mascar.. bolas que acho que vai ser logo a primeira cena que a Kate começou a tentar mudar nele quando ficaram juntos.

Houve cenas humorísticas, mas houve até cenas que eu própria fiquei assim um bocado... what?! Como por exemplo a tão esperada gravidez da Ana. Quando chegou a altura da descoberta, nem eu me tinha apercebido que era aquele momento que iria acontecer! A sério que não.

Há coisas no filme que eu acabo a preferir o livro, mas há uma coisa em especial que eu gosto ainda mais no filme do que no livro: a forma como eles falam um com o outro. Durante os livros é tudo às vezes tão formal que até irrita! Como estar sempre assim: "Posso oferecer-te isto?" e a resposta teria de ser: "Sim, por favor. Obrigada." e durante um livro todo até irrita um bocado esse esquema de falas e portanto até gostei da forma de tratamento no filme que foi realmente mais real, se podemos dizer assim.

Achei que estava também muito bem conseguido a caracterização do Jack, o ator fez um ótimo trabalho a fazer de basicamente um grande obsessão pelo Christian e pela Ana, porque aquele homem... até os olhos demonstravam um olhar demente! Socorro, estava mesmo bem conseguido.

Gostei bastante do final e até confesso que por muito que eu tenha gostado da cena que deu após os primeiros créditos finais, acho que como o filme terminou sem essa cena, ficou realmente muito bem. Acho que foi um bom final para o filme, gostei bastante de como terminou.

Não tem como esquecer que esta trilogia foi baseada na história do Twilight (yup até parece estranho colocar a Ana no lugar da Bella e o Christian no lugar do Edward, portanto nem o façam). Mas durante o primeiro livro e filme até uma pessoa se ria ao lembrar-se desse facto e pensar que por exemplo o Ray era sim o Charlie, o Jose era o nosso Jacob e por assim adiante (c'mon até o carro dela era um carro... podemos dizer vintage?). No terceiro filme não pude de deixar de sentir um bocadinho de vibes de Twilight no final do filme. Não querendo dar spoilers muito grandees, mais do aqueles que já falei, acho, portanto, quem não quiser saber, salte para o parágrafo seguinte: No final do filme do Amanhecer Parte 2 há uma cena em questão entre o Edward e a Bella no final do filme, que consiste na Bella a expandir o seu escudo e deixar o Edward entrar na sua mente e deixando ver-lhe os seus pensamentos que acabam por relatar a história deles os dois desde o primeiro filme até àquele momento. Ora, neste terceiro filme do Fifty Shades acaba por acontecer a mesma coisa. Ali está a Ana a ver o Christian a tocar piano (mais uma vibe do Edward) e ela acaba por se lembrar de tudo o que tinha acontecido entre eles os dois desde o primeiro momento dela a cair de gatas no seu escritório.

Terminou mais uma era e antes de terminar este post sobre o filme quero ainda afirmar que estou contente, sobretudo por não terem separado o filme em duas partes, porque ao fim ao cabo acabou por quebrar, finalmente, aquela coisa de que tinha de se fazer duas partes e tinha de ser sempre no último filme (até o Maze Runner não fez). Estou contente por terem tido juízo e não o terem feito. Já me bastou como as coisas foram com o Convergente (se bem que o filme era totalmente diferente do Fifty Shades).

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