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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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04
Mar18

What I Saw #118

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Black Panther (2018)

Black Panther.jpg

Desde que tenho andando numa onda de Marvel e depois de ter visto o Civil War, fiquei realmente impressionada com o personagem T'Challa. A mana mais velha falou-me, na altura, do filme e quis logo garantir o meu lugar na sala de cinema, pelo menos no final do mês para poder ir ver o filme.

Confesso que um dos grandes motivos para ter ido ver o filme ao cinema foi exatamente por 30 segundos. Desde o Civil War que ando com uma grande panca com o Winter Soldier ao ponto de ter ido ver os outros dois filmes do Captain America no início deste ano. Com o final do terceiro filme do Captain America, entendi que haveria realmente uma grande hipótese de ver neste mesmo filme o meu querido amigo Winter Soldier, dando assim algum contexto para o Infinity War que vai sair já em abril deste mesmo ano. Com o que disse a melhor amiga da mana mais velha, fiquei ainda mais convencida de que ele poderia realmente aparecer no filme, a probabilidade de isso acontecer era ainda mais elevada!

Falando agora do filme. Black Panther, vem claramente do seguimento do Captain America: Civil War, T'Challa tem de assumir o cargo de rei e tem de governar Wakanda depois da morte do seu pai e claramente do até então Black Panther. T'Challa queria mudar as coisas queria entender o que realmente poderia fazer enquanto rei e fazer algo para o melhor de Wakanda.

Uma parte do filme vem todo em base é T'Challa não saber se deve realmente abrir as portas ao mundo sobre tudo aquilo que Wakanda tem, podendo ajudar de certa forma o mundo, não deixando apenas as suas descobertas para si próprios. E claro a outra parte do filme é um outro principal... T'Challa vê o seu lugar no outro em perigo exatamente por uma pessoa e que até certo ponto, nós espetadores, não deixamos de o entender. Compreendemos o que ele quis fazer ao querer tirar T'Challa do outro, mas ao mesmo tempo acabamos por não querer entender, porque ele não é propriamente o bom da fita.

Como de costume, Marvel ensinou-me que não se deve sair do cinema antes dos créditos terminarem de uma vez por todas, porque há sempre aqueles clips que nos sabe ainda melhor, quando se quer mais dos filme! 

Stan Lee continua a brilhar com os seus momentos e deixa-nos sempre com o um sorriso na cara. Gostei bastante do papel de Michael B. Jordan, ótima interpretação e não consegui não deixar de gostar dele, porque com os contextos que foram mesmo bem feitos é totalmente impossível de acontecer. Gostei bastante do papel da Lupita e do seu trabalho, confesso que tenho uma grande inveja da sua pele, porque bolas... aquela pele é tão brilhante e fantástica!

E falando da Lupita, posso ainda falar da força das mulheres neste filme. Gostei bastante que a guarda real de Wakanda de T'Challa fosse composta por mulheres e que a general fosse igualmente por mulheres, mulheres guerreiras e fortes e que faziam de tudo igualmente pelo rei deles. Gostei da força delas, um dos grandes pontos fortes do próprio filme.

Uma das coisas que mais me fez rir no filme foi uma cena com Andy Serkis e Martin Freeman. Após 6 anos, vejo um filme na qual estes dois estão juntos. Desta vez Martin Freeman está calçado e é mais alto do que era quando estava em forma de Bilbo Baggins e claramente Andy Serkis está muito mais "nutrido" do que quando estava em Gollum.

O filme está muito bem conseguido e desde que vi o filme que eu ainda não parei de pensar nele! Socorro, mas que filme. Ainda bem que fizeram um filme sobre o Black Panther.

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