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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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26
Mar18

What I Saw #119

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Big Hero 6 (2014)

Big Hero 6.jpg

Desde 2014 e desde que apanhei a mana a mais velha a chorar por este filme que me recusei um pouco a fazê-lo, especialmente porque não queria chorar.

No entanto, na passada sexta feira enfrentei o filme de frente e vi-o do princípio ao fim. Se gostei do filme? A quem o dizem, mas vamos começar do início.

Big Hero 6 começa com a história de Hiro, um rapaz prodígio que com a idade de 13 anos já tinha terminado o secundário. Hiro vive em San Francistokyo com a sua tia e com o seu irmão Tadashi. Tadashi estuda numa faculdade para nerds, a faculdade para inventar coisas e ele próprio acaha que é o melhor sítio para o irmão mais novo face às capacidades que ele tem e que anda a utilizá-las para combates bóticos.

Após a primeira ida à faculdade de Tadashi, Hiro vive fascinado com a ideia de pertencer ao mesmo grupo de nerds, como ele afirmava que eram: ele queria ser um deles. Depois de muito pensar Hiro, com ajuda de Tadashi acaba por criar os microbots que são controlados pela mente da pessoa que os tem. É nessa mesma noite quando os todos saem com a vitória de Hiro e com a carta de recomendação para poder entrar na faculdade que acontece algo inesperado e ele vê-se sozinho, já não tinha Tadashi consigo.

Depois de tudo, Hiro enfranta-se com Baymax. Baymax é o cuidador pessoal de Hiro que se ativou após ter ouvido o som "au" e foi criado por Tadashi. Baymax apenas se desligaria quando Hiro estivesse bem de saúde, mas naquele momento da vida, Hiro estava bem fisicamente, mas mentalmente estava um caco... afinal por muito inteligente que fosse, ele era apenas um miúdo de 14 anos.

 As coisas pioram quando Hiro entende que os seus microbots não foram destruidos e que afinal há um vilão que os está a utilizar para algo bastante grande que pode afetar muitas pessoas. Hiro, com a ajuda dos melhores amigos de Tadashi, acabam por formar uma equipa de super-heróis em conjunto com Baymax para poderem finalmente descobrir quem era o mau por detrás daquilo tudo e conseguir salvar San Francistokyo.

É um filme triste e criativo, um filme que nos leva a pensar bastante sobre como os miúdos com uma inteligência acima da média pensam. Hiro já tinha perdido os pais com 10 anos e ele apenas tinha 14 anos e de repente vê-se apenas com a sua tia que estava tão desamparada quanto ele, afinal... de repente ela tinha dois sobrinhos para criar e de repente era apenas Hiro e nem ela sabia como animar o sobrinho mais novo que ao fim ao cabo continua a ser uma criança que perdeu alguém que idolaterava bastante.

Filme bastante tocante e envolvente e ao fim ao cabo até entendemos e tudo todos os porquês do próprio vilão, eu compreendo o que ele fez, mas ao mesmo tempo é triste de como as coisas acabaram por ir devido ao seu propósito com os microbots. 

No entanto aquele que eu mais gostei fora a tia de Hiro e de Tadashi foi mesmo Baymax, ele foi a estrela porque sem dúvida que me rendi a ele. O chip criado por Tadashi e que estava implementado nele dava-lhe quase um coração e tudo o que ele fazia era mesmo em prole de ajudar Hiro e se o rapaz estivesse muito transtornado, nem pensar que ele iria fazê-lo porque de certa forma, ele sabia que não iria ajudar Hiro de qualquer das formas.

O final foi muito emotivo confesso. Não chorei como pensava que iria chorar, mas o filme todo foi mesmo à base do sofrimento, custou-me algumas partes e algumas delas até se sentia mesmo a dor dos personagens, porque mesmo sendo o Hiro o protagonista, ainda se sentia a dor da tia dele e ainda nos amigos do Tadashi e até se sentia bem a dor do vilão que eu não vou contar o porquê, porque assim perdiria a graça.

Um filme envolvente, adorei.

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