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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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19
Jul18

What I Saw #125

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Incredibles 2 (2018)

Incredibles 2.jpg

Voltei do Norte e tenho várias coisas que vos quero contar, no entanto, também tenho outros posts que já queria ter postado antes de ter ido de viagem e portanto, vamos começar por eles, para depois deixar a viagem para o fim. Assim sendo, vamos lá começar a falar do dito post: 

Quando descobri que os Incredibles iriam ter uma sequela, senti-me super feliz. Afinal quando é Pixar eu sei que vou ficar sentimental e gosto sempre. No entanto, é Disney e normalmente independentemente de gostar ou não fico sempre um pouco desiludida e com medo das sequelas que possam fazer dos filmes que eu gosto tanto (como por exemplo, não sou fan da Cinderella 2, ou do Corcunda de Notre Dame 2 entre outros filmes). Podia realmente ter pensado, com Pixar à mistura a coisa vai ficar fixe, mas estava com medo.

A coisa foi andando e 14 anos depois é que o filme saiu para o mundo ver. Os miúdos que foram ver o filme em 2004, agora já são adolescentes e alguns deles já adultos e são eles mesmos que vão abancar no cinema para ver a continuação de um dos filmes que eles mais gostaram no cinema. Eu estava incluída no pacote.

O filme dos Incredibles 2 começa exatamente onde terminou o primeiro filme, com o Homem-Mina a fazer das suas e esse acontecimento é apenas um contexto para se fazer de um assunto bastante importante para os super-heróis. O facto de que qualquer ato heroico continuar a ser ilegal. Independentemente de terem salvo a cidade quando foram invadidos no primeiro filme pelo Kronos, não importava realmente, porque a questão era que o trabalho heroico era ilegal. 

Para a Mulher Elástica era importante mostrar aos filhos que já não estavam na ilha e que assim sendo, eles tinham de continuar se fazer nenhum ato heroico. No entanto, o Senhor Incrível não era propriamente da mesma opinião. Para ele, era necessário que se fizesse alguma coisa para provar ao mundo que era realmente necessário que os super-heróis voltassem ao ativo. É no meio deste contexto que aparecem dois irmãos bastante interessados no casal e no Gelado. Os três acabam por entender que aqueles dois irmãos geriam uma multinacional bastante importante e eles estavam dispostos a ajudar os super-heróis a voltarem a estar na ribalta. No entanto, em vez de ser como no primeiro filme que foi o Senhor Incrível a ir primeiro e foi ele que foi trabalhar, desta vez os irmãos queriam entrar com a Mulher Elástica e começar o programa de mudar a mente das pessoas para que a os super-heróis voltassem a ser legais.

A Mulher Elástica neste filme é ela que veste as calças, por assim dizer. O Senhor Incrível fica em casa a tomar conta dos seus três filhos. Uma adolescente com problemas amorosos, um rapaz que vai para o quinto ano e que ainda não entendeu bem a matemática e ainda um bebé que não para quieto e que afinal tem poderes! Não um, mas 17 poderes!

O filme é diferente e excedeu as minhas expectativas que já eram elevadas e afinal o meu medo era irracional. Não pensei que fosse tão bom, mas conseguiram realmente dar a volta por cima e desta vez o mistério para descobrir quem era o mau da fita foi realmente muito mais complexo do que no primeiro filme, que na realidade o grande plot não era descobrir era realmente conseguir parar Kronos (a máquina). Aqui não, foi diferente o que achei que foi a melhor parte: não fazer algo demasiado parecido com o primeiro filme o que me cativou ainda mais e depois a forma como os personagens interagiam uns com os outros, era a mesma, mas ao mesmo tempo mais expressivas.

O Flecha sempre com a sua vontade de conseguir descobrir tudo e encontrar tudo, Violeta farta de ser ela a ficar a tomar conta do bebé apenas porque é a mais velha dos três miúdos e claro a interação do Zé-Zé (Jack-Jack) é muito mais engraçada neste filme do que no primeiro.

Entretanto, um dos pontos que eu ainda preciso de falar é sem dúvida a Edna. Edna Mode, ela é aquela personagem que quando aparece no filme independentemente de ser pouco acaba sempre por fazer um brilharete. Já no primeiro foi o que foi, neste então foi um máximo. Ela sem dúvida sabe sempre como me fazer rir com o seu comportamento e pela sua forma de ser.

Eu vi o filme em dobrado e uma das coisas que eu mais gostei de ver realmente é que os atores que deram as vozes aos personagens no primeiro filme em 2004, foram as mesmas que deram voz aos personagens deste segundo filme e fiquei ainda mais contente, porque a voz do personagem ajuda ao espetador a fazer uma conexão com o primeiro filme.

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