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«I am the author of my life. Unfortunately, I am writing in pen and can not erase my mistakes.» - Bill Kaulitz

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28
Out18

What I Saw #131

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A Star is Born (2018)

A Star is Born.jpg

Foi dos poucos filmes que eu sem dúvida afirmei logo à priori que o queria ir ver ao cinema, sem sombra de dúvidas. Era algo que estava mais do que assente. Contudo, sabia perfeitamente que não o iria ver no dia de estreia. Porquê? Porque basicamente eu queria ter um filme para ir ver no festival de cinema que aconteceu de 22 a 24 de outubro da semana passada. 

O filme é para chorar, antes de dizer mais alguma coisa, digo apenas isso. É para chorar e quero explicar o porquê de ser para chorar. Não é que a história seja assim muitoooo dramática: é dramática e pronto, mas acaba por ter um ponto que a torna demasiado emotiva ao ponto de a torneira se abrir completamente.

Ally é uma jovem adulta que adora cantar e que é descoberta por uma grande estrela remunerada, Jackson. Jackson vê pela primeira vez Ally a cantar e a partir desse momento entende que ela não só tem talento como tem paixão por tudo o que envolve música, a letra, a emoção e tudo o que está por detrás disso mesmo. Jackson acaba por ser o gatilho para que Ally acabe por ser lançada no mundo da música e que acabe por realmente ter finalmente a fama que merece ter. Contudo, a amizade dele não passa apenas pelas ajudas no mundo da música. Ally e Jackson tornam-se realmente uma só pessoa quando estão juntos. Têm química e sentem-se bastante atraídos um pelo outro: quando reparamos já estão a construir uma vida a dois juntos e felizes. 

Ally mantem-se junto a Jack mesmo quando entende que ele tem uma grande dependência por álcool e drogas e as coisas ao longo do tempo as coisas parecem melhorar quando ele está com Ally, mas sempre que alguma coisa acaba por vacilar no caminho que ele quer construir e etc, ele acaba por voltar para dentro do refugio dele. Jack quer realmente ser uma pessoa melhor, especialmente para Ally porque não a quer perder e sabe que a sua dependência a pode afastar e bastante, mas parece que tudo acaba por piorar quando ele começa a cair no esquecimento do público.

A banda sonora é qualquer coisa sem dúvida, adorei toda ela, as músicas tinham mensagens bastante bonitas e sentidas e adorei ouvir a voz do Bradley Cooper, nunca pensei que ele cantasse daquela forma, tanto que nunca o tinha ouvido a cantar e depois a emoção que ele deu às músicas deixou-me totalmente K.O.

Eu sabia que a Lady Gaga era boa em tudo o que tinha já feito, mas ela realmente surpreendeu-me bastante pelo empenho e pela forma como ela conseguiu realmente interagir com o Bradley e com todos os atores em volta, mas bolas como ela realmente me afetou com a química que eles os dois tinham. A parte da música no seu ponto de vista foi o que realmente me deixou em lágrimas: as músicas que estão a ser cantadas já são bonitas, mas as coisas acabam por ser ainda mais emotivas pela força com que ela canta e porque ela realmente dá uma grande emoção às letras e portanto é complicado de resistir as lágrimas e etc, porque é realmente um filme bastante emotivo devido a isso mesmo.

Face a isso mesmo, portanto, para mim, este grande filme é realmente um daqueles que vai ser nomeado para Óscar, não sei se vai ganhar, mas que acabará por ser nomeado, eu acho que vai! 

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